Pinturas rupestres feitas em 4.000 a.C. na China foram os primeiros indícios do nascimento do circo. Acrobacias, contorcionismo e equilibrismo retratavam o surgimento de uma nova arte que perduraria até os dias de hoje. Essas técnicas eram utilizadas como forma de treinamento para os guerreiros, pois gerava agilidade, flexibilidade e força.
Anos mais tarde, desenhos de malabaristas e paradistas foram identificados nas pirâmides do Egito, local onde se consolidou também a profissão de domador. Os desfiles militares, promovidos pelos faraós, se tornaram palco das grandes exibições de criaturas ferozes. Já países como Índia e Grécia foram responsáveis por trazer os números de contorção, saltos, além dos palhaços, naquela época conhecidos como sátiros.
O circo de lona é uma invenção bem mais recente. Philip Astley, um jovem suboficial inglês – perito cavaleiro -, descobriu, na Londres de 1770, que permanecer de pé sobre seu cavalo enquanto o animal galopava em círculos o ajudaria a manter o equilíbrio em função da força centrífuga. Estava criado o picadeiro. No Brasil, as artes circenses chegaram com os ciganos que vinham fugidos das perseguições na Península Ibérica.
* Fonte: Funarte
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